Mogi Guaçu

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Mogi Guaçu

Mogi Guaçu tem um grande potencial hídrico e diversas áreas de preservação ambiental, o que transforma a cidade no destino ideal para os visitantes interessados no turismo rural e ecológico. As muitas cachoeiras, o Rio Mogi Guaçu e os ranchos pesqueiros se destacam entre os locais mais procurados.

O município faz parte também da Região Turística "Café e Flores", composta por mais 16 cidades (Artur Nogueira, Araras, Conchal, Cordeirópolis, Cosmópolis, Engenheiro Coelho, Estiva Gerbi, Holambra, Iracemápolis, Itapira, Leme, Mogi Mirim, Pirassununga, Santa Gertrudes, Paulínia e Santo Antonio de Posse).

Para promover o turismo da região, a Secretaria de Esportes e Turismo está elaborando um Inventário Turístico. Será feito um mapeamento de aspectos ligados ao turismo, como capacidade do setor hoteleiro, lugares com potencial histórico, entre outros atrativos.

Atrações turísticas

Horto Florestal Municipal

Reserva florestal do município, o local também é utilizado para eventos e exposições.

Parque Chico Mendes

Endereço: Rua Benevenor de Melo, s/nº – Jardim Bandeirantes

Sede do Centro de Educação Ambiental Chico Mendes, possui zoológico com mais de 120 animais silvestres e área de preservação ambiental.

Jardim dos Lagos

Localizado em área de preservação, é formado por quatro grandes lagos. O local é indicado para quem gosta de andar de pedalinho, fazer uma curta trilha e pescar, além de observar as aves e árvores exóticas e frutíferas. Fica no Jardim Novo I, próximo ao Sesi.

Museu Histórico Municipal Hermínio Bueno

Endereço: Praça Duque de Caxias, 140 – Centro
Atendimento ao público: de segunda a sexta, das 9h às 11h e das 13h às 17h; sábados, das 8h às 12h.

Localizado no prédio da antiga estação ferroviária, o Museu sedia diversas exposições e atrações culturais.

Fazenda Campininha

Localizada no distrito de Martinho Prado, a Fazenda é um local de pesquisa, que tem trilhas e atividades de educação ambiental.

Outros atrativos são a Ponte Metálica Central (de 1907), a Ponte de Ferro sobre o Rio Mogi Guaçu (de 1904, antiga passagem de trem), o Centro Cultural Esperança (que tem museu dentro de um navio), a Igreja Matriz (de 1773, mas um pouco descaracterizada por reformas) e o prédio da primeira cadeia municipal, que fica no Parque dos Ingás.

Expoguaçu

Realizada no mês abril, evento tem rodeio, espetáculos, praça de alimentação, parque de diversões e pavilhão de exposições

Principais acessos

As principais estradas de acesso a Mogi Guaçu são:

Rodovia Professor Zeferino Vaz (SP-332);
Na pista norte: km 164A e 180
Na pista sul (sentido Campinas): km 180

Rodovia Dr. Adhemar de Barros (SP-340)

Rodovia Heitor Penteado (SP-342)

Histórico: A cidade que cresceu ao redor do "Rio Grande das Cobras"

Mogi Guaçu situa-se no interior do Estado de São Paulo, a 166 km da capital paulista. Emancipada em 1877, a cidade cresceu em volta do rio que lhe deu nome, cujo significado na língua de seus primeiros habitantes é "Rio Grande das Cobras".

Com a chegada dos bandeirantes, que viajavam rumo ao oeste mineiro e a Goiás, em busca do ouro, a população indígena foi diminuindo e, às margens do rio Mogi Guaçu, foi criado um vilarejo para dar pouso aos desbravadores. O desenvolvimento econômico começou com a produção de café e após a instalação do ramal ferroviário da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro (1875). Em 9 de abril de 1877, a Freguesia de Conceição do Campo tornou-se Mogi Guaçu.

Após a abolição da escravatura, deu-se início à fase industrial através de imigrantes italianos que instalaram as primeiras cerâmicas, atividade que ainda hoje faz parte do cenário empresarial do município, especialmente na produção de azulejos, ladrilhos e revestimentos.

A cidade, inclusive, já chegou a ser considerada "a Capital da Cerâmica". Hoje, a atividade econômica se expandiu e Mogi Guaçu já pode ser considerada um bem-sucedido polo de investimento, que oferece boas oportunidades tanto na área industrial como rural. Com cinco parques industriais, de atividade fabril voltada também para papel e celulose, metalurgia, alimentação e cosméticos, Mogi Guaçu se firmou no cenário empresarial do nordeste paulista.

Com terras férteis e planas, o município também tem desenvolvido seu setor agrícola. Cultiva-se, com alta produtividade, tomate, laranja, cana de açúcar e algodão, entre outros produtos. O tomate "de mesa" ou "estaqueado", cultivado no primeiro semestre, ocupa o segundo lugar na produção do Estado. A produtividade da laranja (duas caixas por pé) é maior do que a média do Estado. E é em Mogi Guaçu que se encontra a maior Fazenda de Citros irrigada da América Latina, com dois milhões de pés.

Os estabelecimentos agrícolas são, em geral, de tamanho médio, formados por campos, quase sem revestimentos arbóreos. Em alguns trechos, há plantações de eucaliptos.

O comércio também alcançou independência atraindo consumidores de cidades vizinhas. Depois da Indústria e da Construção Civil, é o setor que mais emprega.

Infraestrutura: Mogi Guaçu foi também uma das primeiras cidades paulistas atendidas pela rede de abastecimento de gás natural proveniente do Gasoduto Bolívia–Brasil. Cercado pelos afluentes do rio Mogi Guaçu, o município acabou sendo sede da hidrelétrica da AES Eletropaulo no Rio Tietê.

Saiba mais

Área: 929 Km2.
População: 138.509 habitantes
Quem nasce em Mogi Guaçu é: guaçuano
Principais atividades econômicas: agricultura, pecuária e indústria
Data de aniversário da cidade: 9 de abril

Prefeito: Walter Caveanha (PTB)
Vice-prefeito: Daniel Rossi (PR)
Presidente da Câmara: Luís Zanco Neto (PTC)

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